domingo, 24 de julho de 2011

Mão

Este é outro poema em tempos de alegria, já faz algum tempo que ele tá pronto, mas só agora resolvi posta-lo... Bem, é a descrição de um momento, então... é isso!



As mãos que não se tocam
Mãos que se entre olham
Mesmo sem movimentos bruscos
Mãos...

Toque de despedida
Um toque macio...
Calor descomunal!
Mãos!!!

Um aperto de apreso
Aperto de insegurança...
Um gesto desajeitado
Mãos?!

Dedos...
Teclas...
Mãos...
Sorriso!!!
Rodolfo Gabriel

quinta-feira, 14 de julho de 2011

At first!

Pra iniciar o meu blog, gostaria de postar um Poema que fiz recentemente... ele trata de um instante na minha vida, e este instante ta tendendo a perdurar, não tenho clarividencia pra saber do futuro mas se acontecer, sera muito bem vindo! 


Rôôôpefully Poem
Rodolfo Gabriel

O meu lugar mais confortável já não é mais seguro
A blindagem calejada começa a descascar
O sofá que tanto me confortava e me protegia...
Agora é fonte de minha insegurança incompatível

Não tem portas ou janelas
A luminosidade é natural
A sala branca, limpa e segura
[Minha fortaleza consciente
Agora não passa de uma pupa marginal

Ted chega, mas é passageiro, temporal e local.
O esperar de uma janelinha me estremece
Só um sorriso... é o esperado ao café matinal!
Café com Leite, pão “Di esse!”

De um “Boa noite” eu espero...
Com uma noite sem invasões
Até o dia que eu saia com sucesso
E um “Rôôôiii” eu possa escutar novamente
[e novamente...